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Arquitetura de agentes de IA empresariais.
Um agente de IA empresarial não deve ser apenas um prompt. A arquitetura precisa organizar canais, backend, ferramentas, dados, permissões, logs, testes, observabilidade e evolução.
Canal
WhatsApp, chat web, e-mail, voz ou portal precisam chegar ao agente por uma camada controlada.
Orquestração
O backend decide contexto, ferramentas disponíveis, limites de autonomia e escalonamento humano.
Dados
RAG, APIs, CRM, ERP e bancos devem respeitar acesso por escopo e trilha de auditoria.
Operação
Logs, métricas, evals, versionamento e incidentes sustentam o agente em produção.
Entrada
Recebe mensagem, identifica canal, usuário, projeto, consentimento e contexto permitido.
Contexto
Seleciona instruções, base de conhecimento, histórico e ferramentas relevantes para a tarefa.
Execução
Chama APIs, workflows, bancos ou sistemas internos dentro de permissões explícitas.
Saída
Responde, registra ação, atualiza status e escala para humano quando necessário.
Agente isolado
Sem integração, vira apenas conversa e não resolve processo real.
Autonomia excessiva
Ações sensíveis sem aprovação criam risco operacional e jurídico.
Sem observabilidade
A equipe não consegue explicar custo, erro, resposta ou ação executada.
Checklist
Definir objetivo, dono do processo e critério de sucesso. Listar ferramentas permitidas e ferramentas proibidas. Criar logs de entrada, resposta, ferramentas chamadas e handoff. Executar testes com cenários reais, exceções e dados incompletos. Publicar primeiro em piloto com volume e risco controlados.
